pescada nº 5

ana - blue - cj - chaparro - di - DrGica - Eduardo Basto - HBesteiro - Jorge Martinho - Jose Paulo - Kiasma - m.a. - margarete - olga - PC - trutasalmonada - zp



#1













Recordando o "open space"



Live and die
























Videolab, Benvinda Araújo, Carmo Almeida e Filomena Praça
L.U.Z. (Light-Urgency- Zone)

A guerra e a vida têm em comum a destruição e a construção, cuja sequência causa efeito se perde num circuito circular e, por isso, eterno. Depois da guerra reconstrói-se o leito destruído, a terra-mãe, as referências identificadoras do indivíduo. Dos escombros renasce uma nova ordem. Na vida, na existência, o passado são escombros de acontecimentos que já não existem e dos quais a memória guarda apenas estilhaços. O presente e o futuro são construídos a partir desses fragmentos de memórias que se unem novamente numa nova construção, que inclui o momento vivido no instante presente e a antecipação do próximo e do longínquo.
Três mulheres ocupam um espaço onde transportam pedaços de materiais deixados, de uma habitação abandonada. Preparam o solo dessa habitação, definem um plano, uma base, uma superfície, para um novo recomeço.
A simbologia recorre ao branco, na ideia de transformação, de preparação de um novo espaço, ou uma nova morada. Luz, imagem em vermelho sobre o branco da tela preparada no chão, apela à urgência da reconstrução.







Teresa Valente
Entre as brumas da memória

There’s a old familiar story
An old familiar rhyme
To everything there is a season
To every purpose there’s a time
A time to love and come together
A time when love longs for a name
A time for questions we can’t answer...

From “Treasures Left Behind Remembering Kate Wolf ”
Red House Records 1998





Susana Gonçalves
Entre as árvores e os muros

Pensamentos inacabados, testes de escrita automática, frases roubadas, alguns gritos propagandísticos… e muitos borrões de tinta, muitos riscos. Escrever nas paredes, nos muros, nas árvores da cidade é trendy, é jovem, é contemporâneo. Dantes, escrever nas paredes era revolucionário. Hoje é global. As paredes ainda são espaços de desordem e insubordinação, mas já não são revolucionárias. A revolução já não existe. Existe a moda. A globalização. E o tédio. Porém, ainda existe irreverência, isso ainda existe. E nos salva. Liberdade para dentro a cabeça.
Este trabalho parte de uma recolha de frases grafitadas nas paredes da cidade de Coimbra e presta tributo à irreverência e à liberdade no pensamento.






Sofia Lobo / Zé Diogo
INF_ _ CIA

Respirar (n)a belíssima casa dos Ferrand fez-me ancorar na infância.
Estas paredes, escadas e janelas levaram-me lá atrás, devolveram-me à casa onde cresci. Pedaços de família, sons, vozes, pessoas, pertences, momentos esquecidos ou nem sequer vividos, farrapos, num ir e voltar de tempo lento às minhas origens.
Mais ou menos da idade desta, a casa onde fui menina tinha a porta sempre aberta, sem chave, gente a entrar e a sair, coisas para fazer. Era largo o espaço, casa, loja, funerária, forno, armazéns agrícolas e de coisas para vender, jardim, quintal, pátio, árvores, flores, caixões, animais, currais… e eu sabia de recantos muitos, onde por vezes só eu respirava e que defendiam a minha timidez.
Na casa dos Ferrand, primeiramente escolhi o sótão, aquele banco e aquele tijolo, naquela janela, luz muito pouca. Pensei ler ali As Ruínas Circulares do Borges, porque de sótãos sei eu e talvez aparecesse pouca gente, mas devo ter fechado os olhos, que era como gostaria que me ouvissem ler, e rebolei pela escada, dando comigo no piso de baixo, esborrachada numa divisão-parede muito esquisita. Fechei de novo os olhos aflitos e valeu-me a Beatriz Hierro Lopes, menina nova de escrita antiga, cujas palavras em Molduras me parecem rimar com tudo isto.
Mas o que eu queria era respirar fundo e, como sempre o fiz melhor em espaços pequeninos, encontrei um outro canto, recolhido, onde poderia, tenho a certeza, ter-me aninhado, ali onde imaginei chuva a bater na vidraça. Levo nos bolsos alguns restos meus, a ver como se aguentam por umas horas em espaço alheio (taditos, que já perderam o seu espaço), entre os restos da maravilhosa e infinita casa dos Ferrand e a inquietação quanto ao que poderá um dia vir a ser.

Levo nesta visita a prestimosa paciência técnica do meu querido Zé Diogo.






Sofia Lobo / Zé Diogo
MOLDURAS





Sandra Fonseca
Amores-mais-que-perfeitos

Os jardins de amores-perfeitos que cultivo na minha memória e partilho com o meu pai, António.






Sandra Cruz, Catarina Moura e Leonor Barata
Maria Rosa, monólogo da habitante do sótão

Começa assim: “Dizem que hoje é apenas uma sombra da mulher que foi um dia.”
Acaba assim: “Agora e na hora da nossa morte.”








Rosa Oliveira
vestiário

as mais novas olham as mais velhas
vêem corpos cansados torcidos
as roupas ásperas ladram
eis o que serei
eis o horror
as mais velhas olham as mais novas
vêem carnes frescas firmes
um bolo orgulhoso acabado de sair da forma
quase crianças sem tempo
nos seus movimentos sólidos
pensam
eis o pesadelo do vivido
ninguém ali tem olhos





Rita Maia
Entre a ruína e a obra






Paulo Paz
- B a casa de sonho -

B é uma casa, mas não é uma casa qualquer. Um projecto ambicioso, uma casa grande, muito grande, luxuosa, cara e única. O maior e melhor projecto imobiliário que se pode fazer, a maior atração do momento. B a casa de sonho.






Paul Hardman
Ghosts






Mirian Aires
CASULUZ

Dispositivo abrigo de metamorfose operada através do tempo concedido à luz da imaginação pelo espaço da vida a latejar.
A múltipla combinação espaço temporal das variáveis resulta infinito e inesperado. Manipulação malabarista de uma realidade temporária e paradoxalmente ilusória adjectivada pela luz, pela sombra, pela cor.
A luz ao entrar … deixa de estar. Na travessia, sob esta ausência … age animado, imaginado, fermentado… deixa de ser.
Da impossibilidade de retomar o ponto de partida após viver, permite aos sentidos a liberdade da infinita possibilidade!






Maria Paulina
Amar as casas como se amam chocolates





Maria Miguel e Teresa Carreiro
Agora fecha

abro uma janela para cada colecção de vidas.
converso com os objectos que já foram casa - um monte
de tralha, dizes (dizes tanta coisa).
não gosto de os embalar, e não, não quero matar aquela
centopeia.
dançamos um bocadinho?
(...)





Maria Miguel
‘Entre-Luz’

Este trabalho consiste numa experiência in situ de impressões com luz que podem obter-se tanto a partir de negativos comuns ou reproduções em materiais transparentes/translúcidos. O original actua como um negativo: os elementos escuros aparecem claros, e os claros aparecem escuros. Não necessita de revelação; a imagem aparece directamente e transforma-se através de uma lavagem com água.







Margarida Allen
espelho Meu, espelho Meu...






Leonor Gusmão
Da memória das casas

Morro numa casa com esquecimento central
no interior
das coisas inúteis e singularmente belas
como só as coisas inúteis podem ser
belas.
A solidão das coisas
- é isto o sublime ,
isto e o pó pousado sobre elas -
conforta-me nos seus braços,
humedecidos pela inevitabilidade

F.S. Hill, do livro “Fisioterapia” da n (edições)





Lee Krutsch
A Obra e Ruína que é a tua Vida

Tal como a casa em que te encontras, que está “Entre a Ruína e a Obra”, a tua vida também o está. Em cada momento tomas decisões em que escolhes destruir, construir ou renovar alguma parte da tua vida. Este processo é o que faz que tu sejas tu. Todas as tuas experiências e vivências são camadas de ti. Elas vão se sobrepondo ao longo do tempo, voltam a ser destruídas, eventualmente são sobrepostas e fazem da tua vida uma autentica colagem. Semelhante a uma parede com cartazes publicitários que vão sendo colados, rasgados, descolados e novos colados por cima dos outros, as tuas camadas vão sendo renovadas mas deixam marcas e vestígios daquilo que esteve no passado. Esta obra, de forma a demonstrar, é um breve e minúsculo olhar por dentro dessas camadas que tu vais desvendar.







José Távora
O Herói do Algoritmo

O “Herói do Algoritmo” é um pequeno conto que escrevi para este evento e que vou ler num dos “palcos” da Casa.
Ele é um ser envolvido numa vasta trama. Com um futuro incerto. Ou muitos? Encontrará finalmente o que procura? Ou só a sua némesis? Acção e drama numa Casa perto de si!







José Pedro Reis
As portas abertas de Janus para Polux

1.Janus patrocina os inícios e as transições e por isso também guarda as portas, abertas em tempo de guerra e fechadas em tempo de paz;
2.Polux nasceu imortal, Castor, o seu irmão, mortal.






José Crúzio
Present Tensions | studies for a possible genealogy






Jorge Martinho
Oásis






João Condinho
O Abutre e o Engenheiro

Andava o abutre a rondar a casa arruinada à espera do seu abandono definitivo. Mas o raio do jardineiro que, com o seu filho, eram os únicos habitantes da casa, teimava em não morrer. Um dia o jardineiro morreu, deixando o seu filho desempregado com uma ordem de despejo. Um engenheiro, com gosto pelas moradias à moda antiga e que por ali passava, viu o abutre prestes a descer sobre a casa. Alguma coisa tinha que fazer, o bom do engenheiro, para salvar aquela casa da voracidade do abutre! Lembrou-se do motor do carrossel abandonado perto dali e ainda capaz de funcionar; se o montasse dentro da casa, o simples barulho seria o suficiente para manter o abutre afastado.
Mas como conseguir manter o motor permanentemente a funcionar? Não tinha vida para ficar ali preso a alimentar um motor. Pensou então, fazendo uso do seu sentido económico, recuperar todo o carrossel e montá-lo inteiro dentro da casa. Como este não cabia, foi montado no sótão (e preservada a fachada). O seu funcionamento seria garantido pela receita de bilheteira. O filho do jardineiro prontificou-se a sair do desemprego para tomar conta do carrossel. A partir daí, todos os dias o filho do jardineiro empurrava a alavanca que punha o carrossel em movimento, para os primeiros clientes da manhã.
Com efeito, muitos cidadãos passaram a encontrar nesta casa o local ideal para os seus momentos de lazer.
(é um desses momentos que o desenho procura representar)
Hoje em dia a casa tornou-se uma atração turística, o filho do jardineiro já não tem tempo para cultivar o seu jardim e a comissão de moradores contesta a estética do edifício.
Mas o abutre, para já, desistiu.






Joana Nogueira
O Fim é o Início

O tempo é um círculo,
uma espécie de transição que nos leva a um regresso
ao qual já não chegamos iguais.
O tempo é o fim de todos os inícios,
é a última cinza e o primeiro suspiro, que acontecem
simultaneamente.
O tempo é uma fenda na parede e é também um beijo de
onde nascem seres novos.
Mas sobretudo,
o tempo é sempre uma casa velha à espera desse novo
regresso





Gonçalo Barros e Sérgio Gomes (VIDEOLAB)
Cândida, um holograma

Memória holográfica de Cândida Sofia Ribeiro da Rocha Ferrand de
Almeida, a matriarca da família Ferrand.
A projeção é uma reconstrução de uma imagem, que permite criar
uma ilusão ótica da figura considerada como base da família. É
através de uma fotografia de família que o processo de criação
é organizado e expõe um género de evocação sobre o tipo de
construção da memória e família





Frederico Martinho
Entre a ruína e a obra






Francisco Feio
A casa é todas as casas






Fernando Faria
A Casa

Em qualquer Casa o fascínio pelas casas dos botões é
irresistível, onde anões, grandes e pequenos, esguios
como esguichos ou largos e arejados, põem tudo em
ordem, num passeio de vai e vem que continuamente
acontece.
Nas casas joga-se ao passa-botões. É encontrá-los e fazê-
los desaparecer em seguida, dando à casa a nudez da luz,
contrariando assim o re-gatos, o re-cactos de todas as
casas, onde estão as histórias censuradas, onde moram
as fotografias enegrecidas de proibições, a par das dos
caracóis louros, como se de oiro fossem e, outras, com
figuras a des-cobrir nos álbuns de família: a corda d’A
Casa.
Em todas casas há, inevitavelmente, uma corda que a
anima. É por esses tecidos es-garça- dos que a genealogia
espreita: das memórias coladas às caixas de costura, às
várias andanças revelados pelos galões deformados, mas
ainda altivos. Mais as rendas, feitas de teias dos amores,
oferecidos e recusados, que ao som do avanço e recuo
das marés, se mostram e escondem, no baloiço das
lembranças.
Pela casa fora, dentro de molduras, umas de cores vivas,
outras esbatidas pelo tempo passado, as caras da casa.
Cada uma no seu canto, de acordo com o peso das pedras
da casa. Ao centro, o primeiro da linhagem, sempre
re-criado pelas histórias e comentários, sem fim, acerca
da loucura do empreendimento, feito pelas gerações a
que deu lugar. Ele O verdadeiro e-responsável. Entre o
sóbrio e o desvairado, porque foi aquele que andou com
as pedras num reboliço. Agora, perante a partilha dos in-
teresses, busca de identidades, a que se juntam as necessi-
dades do corpo, cada novo habitante traça-lhe o retrato.
As casas também caminham: vão para outras casas,
umas mães, outras madrastas. Como nas histórias. Para
as caves frescas, bem seguras por exércitos de aranhas,
vai o pólen divino, engalanado, em vidro cristalino, a
que se juntam os restos das caco-fonias, fruto do pulsar
destemperado do coração e dos músculos da casa,
escuras como breu. Para os sótãos, arrepiantes de tão
quentes e tão frios, moldados pelas estações do ano,
também.
Aí, as re-cor- dações e as re-corda-ções, têm vida
própria: as cartas e os postais e as viagens; a coquetterie
e os sussurros, sobras dos bailes e festins; as pequenas
vergonhas, os desejos cumpridos e os que estão ainda por
adivinhar.
Entre o chapéu alto e o espartilho, o devaneio e a
loucura, a cima e a baixo. O “estar na casa”: o abrir e
fechar portas, o rodar maçanetas. Entre o levantar-me e
o deitar-te: esperar que o coração me deixe lá entrar. Ou
simplesmente esquecer.
As verdadeiras casas. As abertas como os prados dos
campos, a perder de vista. As cerradas, com dentes-de-
-leão, cosidas com amores-perfeitos perdidos.
De par em par, as casas abertas às setas de luz que
encandeiam e cegam, vão fazendo chegar as histórias
de… A Casa.






Fátima Feliciano
Sombras

No espetro dos feixes de luz que ousam penetrar pé-ante- pé nas memórias topográficas, velam momentos de
intensidade, amores serenos e em looping, confidências e
cumplicidades, medos e desejos que aqui germinaram e
floriram.
No expetável inesperado de invadirmos um espaço
habitado somos rodeados da presença dos que ali se
fizeram existência.
Na aparente ausência habitam vozes que sussurram
segredos, olhares que veem presentes, e sentires que
se propagam nas memórias; partículas de tempo que
envolvem os que a espreitam nesse estado de transição
onde o vivido ensaia novos presentes





DU LAC (José Vieira e Clara Maia)
Un-Married Couple

Sinopse: Um homem e uma mulher, que nunca se
encontram, estão separados nas suas rotinas diárias
por horários opostos. No entanto, as suas almas e as
suas mentes encontram-se e, nelas, tornam-se íntimos.
Sonham com essa intimidade, com leitos de lençóis
vermelhos e… chantilly. Jantar, pequeno almoço, uma
árvore bonsai… e um casal de pombinhas, num filme de
DU LAC





David Sarmento
Não se assenta pedra em cima de tijolo

Não se assenta pedra em cima de tijolo. O contrário
já acontece frequentemente. Há uma ordem comum
que nos parece mais natural e prática desde que nos
lembramos, a de que o novo ultrapassa o velho seja pela
função, pela solidez ou pela beleza e em quase todas
as circunstâncias (pelo menos para as multidões do
mundo). Contudo, cada vez mais, olhamos para o velho
com saudade e admiração, queremos tê-lo ali ao lado
para olhar de vez em quando mas não muito.

Temos assim um problema.

O instinto diz-nos para destruir e fazer algo de novo com
novas ideias; a nossa memória chama-nos, com mais ou
menos insistência, com um toque no ombro a cada passo.
Quando o problema chega à arquitectura, é isto:
uma indecisão mal decidida; um edifício mutilado;
incoerências a cada esquina; espaços quebrados, outros
encolhidos, outros obesos. Nem sempre corre mal, mas
quando corre, corre.





Constança Duarte

A cada sopro do vento
muda de folha
a borboleta no salgueiro
Matsuo Bashô





Carlos Júlio & Vanda Ecm
A Ciranda de Janus | Canto da Ciranda

Tudo se define no intervalo.
Esse espaço das horas serem escolhas, onde qualquer
porta pode ser a transição entre o explícito e o implícito.
Falamos de um local onde as coisas se desfazem em pó –
as que passaram, as que vão estar na origem do que está
por vir, num ciclo sem fim em que a ruína será depois a
construção ou a reconstrução.
Partimos da imagem desse deus romano (ou etrusco)
que simbolizou a dualidade de todas coisas e simultane-
amente do caos Hieraclitiano; agitámos levemente o ar e
comprometemos (talvez) o universo. Para o demonstrar,
foi criado um engenho, representação metonímica e ma-
terial deste “ciclo eterno das mudáveis coisas”.

É um aparelho de construção baseado num sistema de biela-manive-
la que faz bascular uma padiola com esferas cerâmicas rolantes entre
argila (não bíblica). Foi concebido com o propósito de apresentar
produtividade nula, exigindo, porém, do visitante-manobrador, um
esforço muscular continuado, dado que só funciona enquanto se
mantiver pressionado o botão de comando. O funcionamento do
aparelho resume-se a joeirar entulho através de um crivo, apartan-
do a tralha do passado da matéria-prima das construções futuras.
É sobretudo um aparelho de construção do tempo, onde o tempo
construído é um tempo multi-sensorial percepcionado pela tensão
incomodativa do polegar sobre o manípulo (tacto), pela cadência
ritmada das esferas rolantes (audição) e pelo amontoar cónico, qual
ampulheta, da matéria joeirada (visão).






Carlos Júlio
Mare Nostrum

Ao primeiro olhar, um tanque de revelação fotográfica, onde se vai
processando a lenta formação de uma imagem por acção da luz
negra sobre uma folha foto-sensível levada numa balsa pela água
corrente ou por fortes golpes de vento contrários. No final, uma
imagem atroz: a infamante negação da humanidade.





Carla de Oliveira
Ghost in a loop






António Neto
Um detalhe da obra





Ana Teixeira
Tudo ali era cor e encanto






Ana Botelho
La Fleur du Bonheur

Je vous salue, ruines solitaires, tombeaux saints, murs si-lencieux; c’est vous que j’invoque; c’est à vous que j‘adresse
ma prière. Oui! Tandis que votre aspect repousse d’un
secret effroi les regards du vulgaire, mon cœur trouve à
vous contempler le charme des sentiments profonds et
des hautes pensées. Combien d’utiles leçons, de réflexions
touchantes ou fortes n’offrez-vous pas à l’esprit qui sait
vous consulter!

Constantin François Volney, Les Ruines ou méditation sur
les révolutions des empires [1791].





Alexandre Dias
Tanta gente sem casa, tanta casa sem gente

Gostava de lá voltar, ao momento, ao sítio, e de ador-mecer mais devagar.
Espreito-te, ó casa. Que calor te corre no sangue e nos
copos de vinho? Quem és tu?
(Textos de Teresa Carreiro)
A exposição consiste em cinco fotografias a preto-e-
branco – olhares indiscretos sobre uma casa agora desab-itada e cercada de rede de ocultação


Entre a ruína e a obra




Esta casa deixada a meio num estado simultâneo de
desconstrução e obra, congelada num impasse entre o
passado e a ideia de um futuro eminente, levanta a questão
da transição. Por um lado, as paredes contam-nos os
estágios da construção (vida): ora nos contam a história
de uma casa senhorial de alto pé direito e divisões grandes
forradas a padrões e cores; ora o declínio e a realidade
física da dor através dos vestígios das demolições; ora
ainda de um progresso levantado por novas técnicas
construtivas (paredes de gesso), ainda que adiado pela
crise. Por outro, a própria organização espacial da casa que
devido ao seu esventramento se vê ausente de quaisquer
vãos, anula a noção de transição sequencial promovendo
relações anacrónicas entre os vários momentos de
intervenção na casa.
Deste aparato temporal que resulta da sobreposição dos
diferentes níveis de intervenção na casa, que sugerem uma
luta constante com as contingências da vida, poderemos
fazer a ponte para uma continuidade de Cândido, ou o
Optimismo*, colocando-nos outra vez no jardim que
deve ser cultivado, como escreveu Voltaire. A partir
daqui, poderemos encarar a ruína como o espírito de um
momento de contemplação onde, como Jano, olharemos
para o passado e o futuro ao mesmo tempo, e assim, tanto
as paredes antigas como as paredes lançadas servirão de
mote para nos fazer pensar que será talvez na transição
que nos devemos fixar.
.
* Exposição do Colectivo P5realizada em 2013.

Frederico Martinho




The day after #9




"entre a ruína e a obra"

The day after #8




"entre a ruína e a obra"

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