pescada nº 5

ana - blue - cj - chaparro - di - DrGica - Eduardo Basto - HBesteiro - Jorge Martinho - Jose Paulo - Kiasma - m.a. - margarete - olga - PC - trutasalmonada - zp






Hibernando?








FIM








Vanda Ecm & CJ
Infinitum Dialogus
sob o Alto Patrocínio de Isidore Isou

Máquina de reescrita e leitura vozeada, com tecnologia sofisticada, tributo ao experimentalismo oulipiano e letrista, refuta a tese “quase toda a expressão artística centrada no artefacto tecnológico é aborrecida”, Luís Lucas Pereira.

Este dispositivo deverá ser entendido como uma espécie de clinamen[i] em que, usando a tecnologia, se pretende explorar o sentido da aparente ausência do mesmo que consequentemente, para nós, contrariará a monotonia intoxicante que atrofia a sociedade atual.
Pretendemos, no final, concretizar um processo de humanização por meio de uma criação artística interativa que preencherá um espaço, por nós, voluntariamente deixado vazio.
A máquina que se apresenta congrega duas valências. Numa, serão explorados os sons da linguagem no âmbito das possibilidades acústicas e do funcionamento do aparelho fonador humano[ii], através de uma simbiose que consideramos para além da física, agilizada pelo utilizador que combinará os tons (vibrações periódicas) e os ruídos (vibrações não periódicas). Propomos ao visitante uma atitude de análise ou descodificação, não através das científicas curvas sinusoidais (de acordo com o teorema de Fourrier), mas recorrendo ao ouvido e às possibilidades (ou sensibilidades) que lhe permitirão atingir uma dimensão musical da língua[iii] (depois de ultrapassada a surpreendente quiçá chocante arbitrariedade do signo linguístico[iv] que, pretensamente, conhece).
A segunda valência desta máquina radica na estrutura dialógica que a linguagem verbal proporciona no contexto dramático ou cinematográfico (ao qual retirámos a imagem). Aproximamos, deste modo, os registos que ora se apresentam das noções patafísicas que informam o Teatro do Absurdo[v] e que motivam questionar se é possível ver o que não existe ou fazer com que não exista o que se vê (ou crê ver). Tendo em conta que esta forma de entender a dramatização pretende promover a desvalorização radical da linguagem deixando que a beleza emane das imagens concretas, nós propomos que a capacidade individual de visualizar o que não existe (porque não se vê) concretize esse objetivo e que, através da escuta ativa de excertos de diálogos, o utilizador encontre o rinoceronte que esmagou o gato[vi], isto é, o verdadeiro sentido visual que lá não está.
Segundo o Dr. Faustroll, Deus é o ponto tangencial ente zero e o infinito, e nós buscámos um deus (João de seu nome) criado pelo cineasta J. César Monteiro, cuja trilogia sobejamente conhecida nos pareceu claramente patafísica (afinal o seu criador e protagonista é sem dúvida um homem de certa forma impróprio como o próprio Dr. Faustroll). Encontrámos aqui, então, uma fértil fonte para a matéria a manipular na máquina destes Infinitum Dialogus.
Em síntese, o nosso objetivo será extrair a noção de intenção de comunicação inerente aos fenómenos, contrariando Epicuro para quem “o sangue é signo da ferida”, ou dito de outra forma, pretendemos fornecer o “sangue” para que o visitante/utilizador da máquina encontre a fissura que o emana (divertindo-se?).

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[i] Nome latino atribuído por Lucrécio ao desvio imprevisível de átomos, a partir da doutrina atomista de Epicuro. Esta noção foi explorada por Alfred Jarry, como se verifica pela máquina de pintura do Dr. Faustroll intitulada Climanen, precisamente. Posteriormente, o grupo Oulipo retomou e explorou o mesmo conceito, influenciado pelo Colégio de Patafísica.
[ii] Partindo de Bertil Malmberg, exploram-se as três partes que compõem o aparelho fonador humano: o aparelho respiratório, que fornece a corrente de ar necessária para a maioria dos sons da linguagem; a laringe, que cria a energia sonora empregada na fala; as cavidades supraglóticas, que actuam como ressoadores e onde se produz a maior parte dos ruídos utilizados na fala.
[iii] A dimensão musical da língua era considerada como motivo fundamental das experiências levadas a cabo pelos letristas, liderados por Isidore Isou.
[iv] Ferdinand Saussure agilizou o Curso de Linguística Geral na Universidade de Genebra, entre os anos de 1906 e 1911. Saussure designa por signo linguístico a união positiva entre dois elementos: significado e significante – o significado indica o conceito e o significante a imagem acústica. De acordo com este linguista, a relação entre significante e significado é marcada pela arbitrariedade, no sentido em que corresponde a uma convenção reconhecida pelos falantes de uma língua.
[v] Segundo a definição de Esslin (1961), “The Theater of the Absurd strives to express its sense of the senselessness of the human condition and the inadequacy of the rational approach by the open abandonment of rational devices and discursive thought, and it does so through 'a poetry that is to emerge from the concrete and objectified images of the stage itself'.”
[vi] Rhinocéros é uma peça de teatro de Eugène Ionesco, escrita em 1959. Esta obra foi incluída no estudo de Esslin sobre o Teatro do Absurdo.







Vanda Ecm & CJ
Scriptum Ininterruptus
sob o Alto Patrocínio de Raymond Queneau

Pour un art poétique

Prenez un mot prenez en deux
faites les cuir' comme des oeufs
prenez un petit bout de sens
puis un grand morceau d'innocence
faites chauffer à petit feu
au petit feu de la technique
versez la sauce énigmatique
saupoudrez de quelques étoiles
poivrez et mettez les voiles
Où voulez vous donc en venir ?
A écrire Vraiment ? A écrire ?

Máquina de escrita automática, com tecnologia rudimentar, tributo às vanguardas históricas e aos movimentos de ruptura dos anos 60, confirma a tese “quase toda a expressão artística centrada no artefacto tecnológico é aborrecida”, Luís Lucas Pereira.

Instruções de Utilização
Deslocar-se até ao painel de madeira suportado pela estrutura ripada e estacar à distância de um braço. Independentemente da inclinação sinistrómana ou dextrímana, estender o braço da mão com melhor motricidade fina digital e pressionar o botão no centro do painel referido. Recolher o produto expelido da ranhura, ler e meditar.





Susana Gonçalves
Dois quilts patafísicos





Susana Gonçalves
TRATADO SOBRE A ESTUPEFAÇÃO E OUTRAS INQUIETAÇÕES DO ESPÍRITO

Parafraseando o Rei Ubu, arte perfeita é merdre.
A vida é imperfeita. Os humanos são imperfeitos. A arte não é, não deve ser perfeita. Na vida nada nos vem na forma acabada nem em modo redondo. A arte precisa reconciliar arestas e deixar-se ir, sem querer ser mais do que é, apenas um modo de ocupar o tempo, como outro qualquer.
Por isso, o imperfecionismo é o mais realista dos movimentos artísticos. Este movimento ainda por inventar, ajusta-se na perfeição à filosofia das questões insolúveis, à fusão de tempos, lugares e identidades que caracteriza a época actual, às rugosidades das relações humanas, às irregularidades da natureza, às cicatrizes deixadas pelos incidentes da vida e das más decisões, ao belo que vive dentro do feio e ao seu reverso, ao amor e ao desamor e a todos os sentimentos tormentosos, à embriagues e ao caos das emoções fortes e das grandes aventuras, à imperfeição do ato de criar e à incompletude da contemplação.
É no imperfecionismo que se inscrevem os objectos artísticos discrepantes que vos proponho, um videograma e dois quilts. Propositadamente expressos em linguagens aparentemente inconciliáveis, a mediática, que nos ilustra o futuro e a artesanal, que nos ilustra o passado, estas produções metaforizam a imperfeição, o caos, a incerteza, a desarmonia, a disfuncionalidade, a coincidência e os significados ocultos.






Sandra Fonseca
Soulbuster

Apresentação do utilíssimo mecanismo de captar almas.






Sandra Cruz
A Patafísica como uma Ciência Doméstica
Contornos contemporâneos do paradigma

Contribuição para a discussão da Patafísica enquanto ciência doméstica sob a forma de esclarecimento do equívoco de que esta se constitui como tal: uma ciência.
Será o momento alto desta grandiosa exposição-bazar, em formato de brilhante conferência levada a cabo por Sandra Cruz, estudiosa da vida doméstica e membro fundador da seita mundialmente conhecida e reconhecida de Discípulos de Laura Santos. Desde 2011, esta seita tem vindo a esclarecer incautos sobre como compreender a existência, partindo da premissa de que a vida se aprende a partir do progresso das tarefas do lar.
Convidamos o público a aproveitar a oportunidade para beber destes saberes e, assim, se inspirar. Como aperitivo para a conferência, informamos que, como prova do nosso compromisso para com o paradigma da patafísica, iremos revelar O Erro de Duchamp.






Rosa Oliveira, Nuno Miguel Guedes
A MISS QUER MESS

Violenta intervenção do pensamento polifónico espraiando-se pelos ramos da fonética, métrica, rítmica, compássica, assonânsica, paraquésica, poliptótica, batologia, eufuísmica, numa miríade acústica que não deixa assentar o pó dos acentos gráficos com grave tendência esdrúxula, em suma, a patafísica acústica vinda das profundezas do século XIX até estes tempos de pagada e vil pobreza.
O prosaico facto de a primeira proponente se ter engasgado repetida e perigosamente ao ler um poema de Eugénio de Castro numa performance lectiva, levou-a a convidar uma guess star vinda expressamente do coração da capital do império para este áulico desafio abúlico.

As fotos pré-ilustram dois momentos da audição do texto e pretendem chamar o povo à quermesse poético-catafórica de soez expleção para gáudio metafonológico dos mais puros baixo-mondeguistas.
Em lhano português: That’s all folks!






Rita Maia
Pronto a Vestir





Paulo Paz
pink-hole

Vamos começar por arrancar as pernas e os braços ao gajo. Bem, pensando melhor, talvez seja suficiente queimarmos as ruivas. A audiência está sempre garantida. Mas a forca é muito mais popular que a roda e é preciso não esquecer a guilhotina. E gravar. Porque quando não houver mais ideias podemos sempre rever e mostrar aos amigos e aos desconhecidos.
Tendo em conta que há sempre alguém, ou não, a ver o que fazemos. Mas não importa. O que importa mesmo é saber que de alguma forma estamos sempre visíveis para quem quiser ver o que estamos a fazer que é quanto mais melhor.
Aqui, parece que cada um de nós se põe na posição do preso e revela tudo o que tiver. Quanto mais melhor, para um vazio onde se pode ser qualquer pessoa em qualquer parte. Ou simplesmente nada. Ou ninguém.
Claro que não podemos esquecer-nos de que nada disto é real. Que isto não passa da visibilidade que fabricamos de nós mesmos. E isso é que importa.
E como a pena de morte parece algo muito físico e real, podemos sempre ficar pela prisão perpétua.
Afinal, que crime cometi para ter de explicar  a toda a gente tudo que faço? A que horas levei os miúdos à escola, a cor da minha camisola nova, quantos pares de meias comprei, o que almocei, com quem, onde e a que horas? Já agora quanto paguei também.
Também convém dizer quando vou à casa de banho…
Entre o suplício coercivo aplicado ao corpo físico e o auto-inflingido mental (e virtual) aplicado à alma do ser humano fica o ´pink project`...
Afinal de contas, o mundo é governado por extraterrestres!






Paul Hardman
Systeme Modulaire de Retard Scientifique


Synopsis:
A collection of diagrams of possible pataphysical appendages only recently discovered. The following text accompanies these images, please note that many words are still yet to be properly understood and may relate to phenomena or figures unknown:

Foi-o o Congresso compara-se freque-metapsíquico de Sóvia, em 1923. Mano a uma fábrica-mente o organismo começou por uma merosas máquinas notável experiênca complexa na qual médium Ossowiecki, com cadências absolutamente concionam simultaneacente e que lhe valeu na fábrica é uma voação entusiáveis. Mas ao passo de uma sala cheia de odução, que pede cientistas, mérebro que regula a e de psicólogos, vindoa que aumente a de todos os pama determinada ofi o médium "viu" o no da oficina vizinque estava escitência para seguir o desenhado num papel no a regulação é indobrado e metido no organismo hu três sobrescritos sucess retardmento davos. Foram tomonsciente. A aceleratas mais meticulosas comandados auto-precauções de foctividade dos órgãos a evitar a mínima fraude modo à vontade: a pessoa que icamente, escapando parara a dobragem la a jipófise, pequencrada estava auso indivíduo.

No momento em que do cérebo, que Ossowiecki "leu" glândula situada na mesagem, a fim de silidade de adapte evitar mesmo uma pesada respon possível transmissão de no de cada órgão à pensamento. Robermanentemente o Tocquet, que não vai no inteiro. Assim, em histórias no cessidades do orgamínio da parapsicologctividade sexual doia, admite que glândulas genitais, experiênca, tal como fão em grande Paroi (Malaysia) realizada, não pomem e da mulher ter qualquer truque "ófise", como mostra e vai ao ponto o domínio da classificá-la de "crucials" simples.

L
Algumas experiências mas o Congresso a Castração Pratica de Varsóvia não contentou com estas súplica imediatamente rovas, por muito aplaudir animal desenxonantes que fossem. Em consequência fez uma obra com reacção da hipótrutiva, establecendo as o teoria: uma classificação doblação das fenómenas supranormanas genitais sofre uais, repartidos em dua sangue em hor-categorias fundamentas glândulas deixasse: eda brutal, como 1. – os fenómenos pófise responde comentais, que relevan funcionar. A isto da meta – ou a para-seja, com uma abupsicologia; a hiperactividade, a estimular as secreção destilas genitais.






Maria Miguel, António Garruço, Teresa Carreiro

Nós em forma de corpo que me enrosca com suspiros.
Espreitas, agarras, sentes, identificas, guardas, interrogas, e vês surgir tantas paisagens diferentes. Nós a preto e branco de sussurro dobrados misteriosamente.
Deixas para trás as correntes e as paredes e os retratos, e ajustas o teu corpo: o tempo começou agora e tens a porta do frigorífico aberta.
         
       
E ficamos na janela      alta       a deslindar os nós acorrentados nos olhos.





Maria Antónia Ferro
Da imaginação à alucinação






Margarida Allen
Abre-te, Sésamo!






Luís Januário, Ana Teresa Santos, Rita Seabra
Cabaret Voltaire

Cabaret Voltaire é um espaço onde se celebra o 100º aniversário do movimento Dada. Evocação dos seus principais epígonos e de alguns momentos marcantes da sua existência. Exposição da Máquina de fazer poemas Dadaistas.
Com sorte, uma mulher Dada, envergando um fato de Sophie Taeuber-Arp, lerá Karawane de Hugo Ball e o Segundo Manifesto Dada de Tristan Tzara.






Ludmila Queirós
S(i)NTO-ME e espero.

Sinopse:

S(i)NTO-ME e espero.
[“(...)
Das paredes que são imaginárias
pendem antigos quadros imaginários
irreparáveis fendas imaginárias
que representam feitos imaginários
ocorridos em mundos imaginários
em lugares e tempos imaginários
(...)
Nicanor Parra, in Hojas de Parra (1985)]

Num estranho local dentro da inutilidade de se Ser, sento-me e espero que os feitos imaginários se tornem reais. Nada acontece. Nada existe de facto.
Sinto-me, Sento-me e Espero. Ou o contrário.





Lúcio Neves
Disfunção bélica





Lee Krutsch
A Dissecção da Imaginação - Os Instrumentos

Dadas as incertezas que me preocupam quando tento teorizar sobre o meu próprio trabalho artístico de forma profunda e séria mas tentando-o mesmo assim, foi feita uma breve pesquisa e estudo sobre os temas que foram englobados neste desenho - a patafísica como tema geral e abrangente da exposição e a imaginação e dissecção como temas específicos à obra - e logo que vi a oportunidade, deixei correr o pensamento, solto e sem limitações impostas pela razão, ciência ou lógica. Como é minha tendência e prática em grande parte das minhas criações, trabalhei no seguimento desse pensamento livre e caótico fixado por um único ponto de referência, o tema central, neste caso específico a imaginação. Correto ou não (as ideias foram deixadas à solta e por sua "livre vontade"), este foi o pensamento na origem do conceito:
"O que é a imaginação senão a soma das informações captadas, através dos órgãos sensoriais, acumuladas e conjugadas mais ou menos aleatoriamente para criar verdades ou ficções alternativas?
Será um processo tão simples e cientificamente explicável?"
Para mim, esta linha de pensamento ocorre naturalmente dada a minha existência com ser criativo (autoproclamado). Pela tendência de deixar descarrilar o pensamento para vias do absurdo, cómico, literal, a resposta à última pergunta são outras que resultam numa teorização quase infantil do tema:
"E se é uma questão, a da imaginação, tão científica e simples? Como é estudada a questão? Através da psicologia? E se fosse um processo muito mais palpável, mais físico? Daria para estudar a questão a nível material? Daria para partir a imaginação nas suas peças mais pequenas?"
Para este desenho, usando técnicas para mim mais familiares e confortáveis (unicamente ultrapassando a zona de conforto pela dimensão) quis ir ao encontro da sua génese no pensamento absurdo, procurando inspiração nas minhas principais influências artísticas: a banda-desenhada, o fantástico e o cómico. Optei por usar a tinta da china, pincel e caneta de tinta para, em papel cenário, criar um efeito de banda-desenhada - pelo traço e pela cor e subtil textura do suporte.
Surge então, após vários estudos e esboços: "A Dissecção da Imaginação - Os Instrumentos". Poderá ser a primeira parte dum guia prático. Poderá também ser um cartaz com o propósito de decorar uma sala de consulta ou então uma cábula para um cirurgião instruído no procedimento poder relembrar alguns detalhes. Poderá ser também apenas o que é. A peça tem como único objetivo dar um empurrão no pensamento do observador para pôr a sua imaginação em andamento.






José Távora
SUSI

Instalação

Susi é um ser confinado a um cubo transparente: podereis ajudá-la ou simplesmente dar-lhe música.

Composta por:

1. Base em madeira pintada. Do ponto de vista criativo ignorou-se audaciosamente o conceito de esquadria, com intervenções alternadas de grosa e serra tico-tico, inscrevendo-se o resultado, surpreendentemente, numa estética wabisabi. Na perspectiva simbólica, viria à memória o Alvo Quadrado místico de Abu Al'Bn Haagar, se isto não fosse uma grandecíssima galga.
2. Cubo em vidro acrílico e vidro espelhado, com 25 x 25 x 25,1 centímetros. O senhor da loja de vidros explicou-me a razão dos 25,1 mas eu esqueci-me.
3. Brinquedo de corda do período 1945-49 do famoso fabricante Marke Lehman, isto garanto que é verdade. A inscrição na barriga do bicho diz: "Made in Germany US - zone". Nunca olhei para a barriga de um Sharan mas também deve dizer qualquer coisa gira.
4. Chave de corda para o referido brinquedo. Qualquer que seja a desculpa, não penseis em a palmar, que são muito difíceis de arranjar.
5. Caixa de música programável Kikkerland. Desenhada na Holanda ou no EUA, nunca saberemos, mas seguramente Made in China como tudo o resto. Livre de Inteligência Artificial, assim à primeira vista.
6. Trecho programado: de um compositor austríaco da escola pop que viveu entre 1825 e 1899, olha o azar. Vocês, perdão, vós sabeis qual é: é aquele do rio que tinha a mania de que era azul.





José Pedro Reis
Larvar

A exploração visual e fonética de junções silábicas, que a criação instantânea e puramente automática por sistema informático operando em circuito fechado contínuo retira qualquer referente imediato, e a sua possível contaminação ou interação com os mecanismos do pensamento. Ou seja, até que medida um estímulo desorganizado, criado num domínio próximo do da linguagem escrita ou falada, mas de onde estão ausentes significado e signo, pode evocar sensações organizadas e autónomas “dentro” do próprio pensamento. Deste modo, o projeto Larvar atua nos limites da linguagem que é “simultaneamente o único modo de ser do pensamento, a sua realidade e a sua realização”(Julia Kristeva).

Descrição: Projeção vídeo de programa informático em circuito fechado – infinite loop (Visual Studio-2015). O observador é convidado a pronunciar a “palavra” criada e confrontar com as vozes Text-To-Speech(TTS) disponibilizadas.





José Crúzio
Me, Myself and I ( Cromatologia analógico-digital #1 e 2)

Em “Me, Myself and I” e através do processo de decomposição e manipulação digital, o artista cria o que podem ser provas de estudo de decomposição e separação de intensidade das cores como analogias às diferentes intensidades sensitivas que sentiu no processo de construção dessas provas analógico-digitais. Provas portáteis e manuseáveis consoante os momentos e estados de espírito do portador/usufruidor. No fim de contas, máquinas cromatológicas análogo-digitais portáteis.

Autor (e modelo): José Crúzio
Dimensões: 40x30 cm
Técnica: Impressão digital
Ano: 2017





José António Neto
Máquina para parar o tempo

Em 1928 foi iniciado o projecto do relógio para parar o tempo.
O projecto foi entregue a F. Figueiredo Granadeiro, construtor de Viseu, Mestre relojoeiro.
Até 2016 foram feitas várias tentativas para conseguir pôr a funcionar tal máquina.
No início de 2017, José Neto engenhocas construtor, conseguiu finalmente que a referida máquina funcionasse.
Após fazer TIC já não fez TAC.
A peça exposta é o resultado da destruição da máquina, provocada pela passagem do tempo.





João Condinho
Ressurreição comercial

Cartaz com 60 de largura e 90 de altura para colocar a 1,10 m do chão (topo nos 2,00 m de altura)


Ressurreição Comercial

Pegue-se:
numa marca (Traje) sugestiva mas démodé
na respetiva loja, bem localizada mas falida

Desenhe-se:
um produto único (dentro do mesmo ramo do pronto a vestir) capaz de atrair um novo tipo de cliente até então desprezado pelas marcas do ramo: Roupa interior para quem não gosta de usar roupa interior. Terá venda exclusiva na loja (tipo nespresso).
um upgrade do logotipo, dando-lhe a força e ousadia e recriando uma marca forte.

Obtenha-se um negócio de sucesso:
Produto orientado para o nicho de mercado dos que não gostam de usar roupa interior
Paradoxalmente concorrencial no mercado da roupa interior e da lingerie posicionando-se como prático e ousado.
Marca forte, moderna, dignificando o não uso de roupa interior e atraindo novos aderentes para a prática e novos clientes exclusivos.
Baixos custos de produção / preço competitivo.

Projeto desenhado incluindo:
Restyling do Logotipo/marca (que tem a grande virtude de sugerir o produto), dando-lhe mais força e ousadia, sem retirar nada. Acrescentando apenas o prefixo ul.
Descrição do Produto
Exemplos do produto: Roupa interior (de marca ulTRAJE) para quem não gosta de usar roupa interior (mas usa).

Desenho anexo: representação de uma peúga de marca ulTRAJE.





Gonçalo Correia
Indivi(duallidade): explorando o imaginário da dualidade indivisível do ser humano

"The first half of life is devoted to forming a healthy ego, the second half is going inward and letting go of it" - Carl Gustav Jung





Gonçalo Barros
Manequim | Vídeo instalação

Vídeo instalação que exibe a relação entre um objeto na forma de manequim e a fusão com as imagens, sons de água que nela são projetadas.
A ação sugere uma escultura visual sem significação que propõe a reflexão da relação entre a indeterminação de sentidos e a participação ativa na construção dos mesmos por parte do intérprete. Por isso, é a intenção do autor que a obra é aberta a várias leituras porque não comporta apenas uma interpretação.





Francisco Feio
três manuscritos de Faustroll sobre retratos de Ubu

O presente trabalho consta da apropriação de três reproduções modernas de originais encontrados na Bibliothèque littéraire Jacques Doucet em Paris, dentro do manuscrito autógrafo de Alfred Jarry, Docteur Faustroll, que serviu de base à edição póstuma de 1911 de Gestes et opinions du docteur Faustroll, pataphysicien. Este manuscrito, um dos dois existentes, faz parte da incorporação do fundo Tristan Tzara, que nutria uma grande admiração por Jarry e que conseguiu reunir uma série de documentos e manuscritos do autor. Curiosamente, o exemplar em questão tem uma capa pirogravada por Picasso que terá disputado com o próprio Tzara a aquisição do volume manuscrito.
Pouco se sabe acerca destas imagens. Estavam dentro de um envelope, quase colado à capa interior e desconhece-se se foi lá posto por Tzara ou por Jarry. São três provas em calotipia, de autor desconhecido e devem datar entre 1896, a data de Ubu e 1898 a data do manuscrito de Faustroll. Esta datação é segura por causa da inscrição a lápis no verso das fotografias: essais ratées pour portrait d’Ubu e, numa delas, é acrescentada a inscrição realisée chez [ilegível…] a Paris. Desconhece-se ao certo o autor. Apesar de Jarry dedicar uma atenção particular às imagens, sobretudo à gravura e às suas técnicas (editou pelo menos duas revistas profusamente ilustradas), não se conhece nele um interesse particular na fotografia.
Dados os seus conhecimentos e amizades no campo das artes, é normal que tenha tido a colaboração de um fotógrafo apesar das imagens presentes estarem completamente falhadas do ponto de vista técnico. Também não tem sido fácil a identificação do fotógrafo uma vez que a técnica da calotipia (que produz um negativo em papel que depois é positivado numa outra de folha de papel, por contacto), já tinha tido os seus dias de glória e os seus grandes praticantes tinham já abandonado as carreiras ou desaparecido. Uma das facilidades do processo é que utiliza papel comum que é sensibilizado com uma solução de prata. Este processo fotográfico tem, entre outras, duas características: permite a utilização de um vasto leque de papéis na feitura das fotografias (positivos e negativos) e tem uma estética muito diferente da daguerreotipia ou do colódio e das provas em albumina; apresenta uma maior sensualidade na imagem obtida na manipulação dos papéis (a sua escolha) e na sua revelação.
É de notar que algumas das folhas que foram utilizadas para fazer os positivos, são folhas impressas de provas de impressão do próprio texto o que revela uma grande proximidade entre Jarry e o fotógrafo uma vez que ninguém teria acesso fácil a estas provas. Este facto, juntamente com a fraca resolução técnica, já levou a equacionar que as fotografias em causa  poderiam ter sido realizadas pelo próprio Jarry. Por enquanto e pelo que se sabe, esta hipótese é mera especulação se bem que não seja de descartar completamente. Mais e melhor investigação será necessária para se poder provar esta ligação. Serão também, a par com a gravura do próprio Jarry, a tentativa mais antiga de representação de Ubu o que as torna percursoras da conhecida fotografia que Dora Maar fará 40 anos mais tarde. Estas fotografias foram usadas como suporte para intervenções de desenho e pintura e igualmente como superfície de escrita, sendo que há partes do texto manuscritas nas fotografias e que são obviamente os primeiros rascunhos da obra.
francisco feio, jan 2917, parede





Frederico Martinho, Jorge Martinho





Fernando Faria
PoRTuGaL GoUrMeT

No Portugal de hoje onde as sardinhas e as cavalas já trocam sinais de amor em pleno Rossio lisboeta, sem qualquer censura
No Portugal de hoje onde actores e atrizes, ex e actuais empresários, cantores e carecas iniciam uma nova carreira profissional de futuro como conductores de tuk tuk
No Portugal de hoje onde as vistas valem mais do que dar nas vistas
No Portugal de hoje onde a galinha da vizinha talvez possa ser comida pela minha...gula
No Portugal de hoje tão fotografado dia e noite e citado de tanta cinta que foi des-cuberta como se o tem+po se tivesse invertido e a decoberta do grande mundo agora acontecesse
Enfim, de-sassosseguemos de lés a lés enferrujados e encaracolados em lã
neste portugal tão gourmet de chique!
 que se esvái assim lento e calmo desa-finando a física.





Fátima Feliciano
Realizificar a petrificação do ordinário

Estandarte do real, um real do nada de especial, do ordinário e banal.
Um jogo onde o real da representação se confunde com a própria representação do real, com o propósito do despropósito, quase num desaforo sobre a (in)utilidade da arte.
Tendendo à entropia, num discurso caótico e quase sem sentido, esvoaçam ao meu redor questões como: para que servem as papoilas? para que serve a arte? para que serve o servir?
Deixando que o pensamento flua, na banalidade de ser, caiem-me as palavras das mãos: para dar sentido, para sentir, para ser… entranham-se-me partículas do ar que respiro, expando-me… sou o que me rodeia.
O vento leste sopra com a liberdade das suas trajetórias e serpentei-me neste tempo de existir.  






Eduardo Basto
Solução imaginária para o problema do movimento

A patafísica no lugar da lente: pegar numa fotografia e perceber que foi encontrada a solução imaginária para o problema do movimento. A lente no lugar da patafísica: tirar uma digital e nela encontrar a dissolução do problema imaginário da mortalidade.






DrGica
Meditação patafísica




David Sarmento
A Cidade Ideal
A cidade ideal é o habitat perfeito, o reflexo dos seus habitantes, o produto dos seus hábitos, o culminar da evolução social e tecnológica.
Desta fórmula, com uma forma imaginada, a cidade é uma selva monocromática, recta, de ângulos rectos, de rectângulos infinitos sobrepostos e adjacentes. É software e hardware, circuito lógico, uno. Um cabo sem pontas soltas.
Independente e auto-suficiente, toma conta dos seus filhos deixando-os a flutuar em espessos líquidos nutritivos.
A cidade ideal é um hino à abstracção, glória da humanidade.
Os seus habitantes são escravos, reis depostos, criaturas com mentes que se esqueceram da laranja ao sol, cresceram em tecido mole, condenaram o cheiro a terra molhada, privaram-se da palhaçada e sucumbiram à imortalidade inerte.




Constança Brito
Amanita muscaria

Por este mundo imenso passeiam milhares, até milhões, de criaturas que não sabem muito bem para onde vão. Estes seres alimentam-se do universo, engolem buracos negros até ficarem vazios e regurgitam galáxias sem reconhecerem a sua existência.
Apesar de tudo são criaturas simples, passeiam, dançam, formam família e volta meia riem. A sua diferença deve-se ao facto de terem sofrido mutações genéticas após a ingestão de substâncias alucinógenas aparentadas com cogumelos portobello.
Ainda que este incidente tenha ocorrido há bastantes gerações esta família não recuperou e até à mais jovem ninhada mantém o mesmo defeito congénito: a patafisiquice.
Este dito defeito, que de tão recorrente chega a ser feitio, levou a que esta família adquirisse um enorme apreço às máscaras- na vã tentativa de ocultar a sua diferença- e um inexplicável e peculiar gosto no que toca à escolha das suas indumentárias.
As particularidades patafísicas desta família em nada a diminuem e esta até adquiriu o gosto, dito normal, de documentar a sua patafisiquice- através de fotografias entenda-se- e de a usar na decoração dos seus lares.
Sejamos portanto tolerantes, como fomos ensinados a ser, com este gene patafísico que, devido ao enorme apetite sexual desta família- obviamente uma consequência nefasta da substância alucinógena ingerida há gerações atrás- se espera que venha a proliferar e talvez, quem sabe um dia dominar a terra.
Apela-se assim à tolerância dos demais e à sua sensibilidade para que possamos viver em harmonia com estes seres maravilhosos que só podem ser extraordinários pois nenhum ser banal altera os destinos de todas as gerações vindouras com um cogumelo.




Cláudia Santos Silva
máquina de busca.

imagens em linha, o nexo criado pela palavra e pelos algorítmos, o desenho registo-memória, o desenho máquina-de-busca, o risco como fio-de-prumo.







Carlos Júlio
Produção de Aparições por Controlo Manual Assistido (ar e fogo)
sob o Alto Patrocínio do Docteur Faustroll e de Alfred Jarry

As aparições milagrosas, enquanto acontecimentos extraordinários não explicáveis pela ciência, são evidências e verdades indubitáveis e irrefutáveis graças à fé dos que acreditam. Nosotros cremos que la patafísica, com su metodologia própria, pode competir com a omnipotência divina na produção controlada destes fenómenos, com a vantagem acrescida de serem acessíveis, sem a mediação de videntes, a crentes e a não crentes.
Construíram-se duas máquinas para a produção de aparições por controlo assistido dos elementos primordiais: o ar e o fogo, Máquina #1; a água e a terra, Máquina #2.
São máquinas de conteúdos flexíveis que se podem adaptar com facilidade aos públicos alvo, sejam ambientes artísticos de minorias radicais ou pavilhões e stands das expo-feiras de moldagem e entretenimento do novo Homo Economicus. Ambas as máquinas cumprem os regulamentos da segurança no trabalho e serão manipuladas sem qualquer risco pelos estimados visitantes, proporcionando-lhes momentos de espanto e maravilhamento.

Componentes
O que está à vista e o restante.

Instruções de manobra
Posicionar-se de fronte do dispositivo, com os olhos à altura da película suspensa da caixa de madeira. Manobrar os dois comandos que controlam o fluxo aéreo nas extremidades da calha horizontal de forma a posicionar a nuvem sobre a árvore. Usufruir em êxtase a aparição dada a ver-se através da película.






Carlos Júlio
Produção de Aparições por Controlo Manual Assistido (água e terra)
sob o Alto Patrocínio das Praças Offshore que “não aceitam divulgar informação sobre clientes bancários tendo em vista o combate à fraude e à evasão fiscal” travado sem êxito pela misericordiosa instituição de higienistas financeiros aka Comissão Europeia: Andorra; Ilha de Guernsey; Liechenstein; Mónaco; Panamá; Brunei; Hong Kong; Maldivas; Libéria; ilhas Maurícias; Seychelles; Ilha Cook; Ilha Nauru; Ilha Niue; Ilhas Marshall; Ilha Vanuatu; Anguila; Antigua; Barbuda; Bahamas; Barbados; Belize; Bermuda; Ilhas Virgens Britânicas; Ilhas Caiman; Granada; Monserrat; São Vicente e Granadinas; São Cristóvão e Nevis; Ilhas Turks e Caicos; Ilhas Virgens 

Componentes
1 bidão de crude, de cotação variável, consultável em tempo real em http://www.investir-petroleo.pt/artigo/cotacao-barril-petroleo.html
1 bomba de trasfega com alavanca
1 óculo-periscópio treinado para a observação de aparições

Instruções de manobra
Colocar-se de fronte do dispositivo com os olhos à altura do óculo-periscópio. Exercitar os bíceps e tríceps deslocando a alavanca alternadamente para si e para fora de si, até experienciar a surpreendente aparição.






Benvinda Araújo
Título: “A Metade do Preço”
Sinopse:
“A Metade do Preço” expressa uma visão irónica do consumismo e da futilidade.
O consumismo, observado como uma obsessão colectiva, que se sobrepõe à racionalidade e significado da matéria ou função. É o saciar do “ter” em vez do “ser” … a todo o custo.
Os sapatos cortados ao meio e a mensagem da etiqueta representam a dimensão enganadora das estratégias de marketing que incentivam o consumismo de impulso.






Benvinda Araújo
Título:Passerelle
Sinopse
 “Passerelle” explora a escravidão de um culto superficial e frívolo da imagem. Enfatiza-se aqui o absurdo ingénuo e cego com que nos deixamos espartilhar pelos ditames de alguém que conceptualiza o Belo, o que está in ou out , gerando um estado de profundo entorpecimento coletivo.

O sapato preto e brilhante alude à representação da imagem de nós próprios que queremos percepcionada pelo outro, enquanto os fragmentos de espelho simbolizam os vários reflexos da nossa essência.





Ana Botelho | Leonor Gusmão | Miriam Aires
Ouf l’image! Bien fait le réel!

A fotografia serve a memória do momento, real e ultrapassado, e se este não for real [?] e se através de métodos e engrenagens patafísicas, esse ponto/momento for falso, imaginário [!]
“A experiência do real não se deve confundir com o real”
O fotografado (o ponto DA) não sobrevive em simbiose com a realidade, ele não é real!
A máscara, que se interpõe entre o humano e a fuga ao momento iminente DA, só ela é real, tudo à volta não existe.
Disfarce, adereço, ocultação, revelação, muro protector, embuste, duplicação, representação, fachada, imitação, cópia, falsidade, personificação, mentira, verdade, simbólico, aparência, espelho, imaginário, sagrado, profano, hipocrisia, ritual, identificação, entidade, identidade, relíquia , estereótipo, mito, persona, super heróis, morte, renascimento, emoção, divindade, natureza, catarse, iniciação, colheita, protecção, antepassado, antropomórfico, narrativa, careta, antropozoomórfico, simulacro, verniz, ser e não ser...

Imagens em movimento captadas à razão de 24 por segundo, 1240 por minuto, 74400 por hora , 1 785 400 por dia!!






Docteur Faustroll


Le docteur Faustroll naquit en Circassie, en 1898 (le XXe siècle avait (– 2) ans), et à l’âge de soixante-trois ans.
À cet âge-là, lequel il conserva toute sa vie, le docteur Faustroll était un homme de taille moyenne, soit pour être exactement véridique, de (8 x 1010 + 109 + 4 x 108 + 5 x 106) diamètres d’atomes ; de peau jaune d’or, au visage glabre, sauf des moustaches vert de mer, telles que les portait le roi Saleh ; les cheveux alternativement, poil par poil, blond cendré et très noir, ambiguïté auburnienne changeante avec l’heure du soleil ; les yeux, deux capsules de simple encre à écrire, préparée comme l’eau-de-vie de Dantzick, avec des spermatozoïdes d’or dedans.
Il était imberbe, sauf ses moustaches, par l’emploi bien entendu des microbes de la calvitie, saturant sa peau des aines aux paupières, et qui lui rongeaient tous les bulbes, sans que Faustroll eût à craindre la chute de sa chevelure ni de ces cils, car ils ne s’attaquent qu’aux cheveux jeunes. Des aines aux pieds par contraste, il s’engainait dans un satyrique pelage noir, car il était homme plus qu’il n’est de bienséance.

II DE L’HABITUDE ET DES CONTENANCES DU DOCTEUR FAUSTROLL , GESTES ET OPINIONS DU DOCTEUR FAUSTROLL, PATAPHYSICIEN, Alfred Jarry





























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