pescada nº 5

ana - blue - cj - chaparro - di - DrGica - Eduardo Basto - HBesteiro - Jorge Martinho - Jose Paulo - Kiasma - m.a. - margarete - olga - PC - trutasalmonada - zp

Videolab



Itinerâncias em C

SINOPSE
Uma câmara móvel percorre a cidade de Coimbra ao longo de um percurso que combina o olhar do visitante e do residente coimbrão. Locais turísticos são ligados por caminhos não turísticos à frente da câmara captadora de elementos orgânicos e inorgânicos que entram e saem de cena aleatoriamente.
Sob o Sol escaldante de um dia de Primavera, a luz define as cores e as formas moventes dando relevo ao suporte fílmico bidimensional. Em constante ascensão e descensão, pelas ruas da alta e baixa da cidade, passando pelo esplendor e pela corrupção, pelo novo e pelo velho, o olho da lente experimenta, igualmente, o êxtase e a agonia.




























Teresa Valente


Posto de observação


É através do significado particular de cada fragmento que podemos adquirir uma visão da cidade, onde o homem é escultor da paisagem e simultâneamente, sujeito receptor. Só a sensibilidade do receptor encontrará o avesso. De resto, a cidade, como um postal ilustrado, é pano de fundo.






























SEGUE-ME À CAPELA


Somos 7 mulheres e cantamos sons antigos e sons novos dessa arte fugidia com que se
embalam os meninos, se encomenda a alma, se evoca o divino e o terreno, se espanta a
fadiga, se anima o corpo, se alimenta o coração.





























Susana Gonçalves


Abril em Macau


As cidades, como as pessoas que as habitam, sofrem de múltiplas dimensões.
Há muitas cidades simultâneas dentro do espaço da mesma cidade, cada qual com as suas ruas, tráfego, percursos, sombras e fantasmas. Se virmos a cidade através de espelhos compreendemos. Estas imagens revelam Coimbra em Macau e Macau em Coimbra, uma no avesso da outra; não apenas no avesso, também no interior, na pele, nos antípodas, nos interstícios. Um jogo de espelhos, insinuações e humores. Coimbra vê-se de Macau e Macau é já ali… mas os mesmos espelhos revelarão também a insensatez da comparação e por fim restará apenas a estranheza.








































Sandra Fonseca


Meditação

Uma mulher percorre o avesso da cidade.
Auscultadores abafam o ruído externo, marcam o ritmo dos passos.
Na sua bolha de luz, todos os outros deixam de existir.






























Sandra Cruz

Doutoras e engenheiras
A mulher já foi moderna?

Fui à loja do chinês para comprar uma bata de poliéster igual àquelas que as minhas avós usavam. A casa de banho desta casa precisa de uma barrela com lixívia e toda a gente sabe que não se usa lixivia sem uma bata de poliéster daquelas que as minhas avós usavam. Deve ser politicamente incorrecto dizer loja do chinês. Estas casas de estudantes só pecam por isso: a imundice. É o único sinal, o único indício de que talvez eu devesse procurar casa num prédio familiar. Ninguém lá do departamento suspeita que eu seja mulher de vestir uma bata de poliéster e desatar a empestar a casa com lixívia até me sentir desfalecer e correr ao frigorífico para beber leite frio do pacote. Sabendo que o leite não desintoxica nada, mas que, se a minha mãe assim o dizia, tenho de proceder ao preceito da ignorância derrotada pela hereditariedade dos rituais. Doutora por extenso, sim senhora, mas não numa casa de banho encardida. Fui à loja do chinês para comprar uma bata de poliéster igual àquelas que as minhas avós usavam, mas nenhuma me serviu, não apertavam na anca. Apesar disso, não me hão-de apanhar num ginásio.

[video-instalação | leituras no próprio dia]








































Rosa Oliveira


Encomenda entregue aqui, ou seja, no destino errado por mera ineficácia, mais conhecida por aocalhismo, do CTT.
[Devia seguir-se requiem pelos nossos, oh tão nossos!, correios fundados em 1529 por D. Manuel I. Lamentavelmente, os correios e os seu emissários já não são o que eram — essa vetusta presença quotidiana, romântica, filosófica, peripatética, melancólico-tranquilizadora da nossa infância, o cão a saltitar à volta das canelas do carteiro amigo o povo está contigo! e por aí adiante...]


nem cruz nem santa                                                                                

(joão josé)

pedem-me um poema sobre o café santa cruz
logo eu que nunca fui muito de cafés
o santa cruz é o joão josé sempre fiel à sua zona

tão zona que não se dava tréguas nem férias
e corria a baixa atrás de um pernil para assar em miniatura
se não tiver poema a condizer com a encomenda
posso assis pachecar pela visconde da luz

não tens poema?
encostas um que esteja a jeito
e salta uma antológica
em pensão rasco-ternurenta

cá estaremos para cumprir os fados
uns a caminho da morgue
outros da maternidade
sempre de olho no matadouro municipal





Rita Maia


transparências vivas

é o começo da cidade desconhecida onde paira a visão e se abre a porta à possível e vasta natureza oculta e infinita do ser









































Paul Hardman


Dice Map is not an artwork, it is a method for discovering a city, even if you already know it like the back of your hand. Dice Map is not a tourist guide. Dice Map does not prioritise one location over another. All places are valid for Dice Map. Dice Map is a way of not making decisions. Dice Map is an aid to getting lost in the familiar. As Luke Rhinehart wrote in his 1971 novel, The Dice Man, "Indecisive? Uncertain? Worried? Let the rolling ivory tumble your burdens away”.









































OPEN FIELD STRING TRIO

João Camões viola d'arco Marcelo dos Reis guitarra José Miguel Pereira contrabaixo


Nascido em 2009, o “Open Field String Trio” desafia os rótulos fáceis e apresenta-se com um grupo de pesquisa em torno das potencialidades expressivas de três instrumentos de cordas (viola d'arco, guitarra clássica e contrabaixo).
As influências provêm da música contemporânea e da música livremente improvisada.




























Marta Sales


Sua Vez

"Sua Vez" é o título do livro da autoria de Marta Sales (ostraliana).

Este pequeno livro inédito tem doze páginas, ao longo das quais tem lugar uma série de diálogos casuais entre senhas.

Estas senhas são objectos urbanos reconhecíveis por qualquer pessoa, em qualquer cidade. São senhas recolhidas no banco, na farmácia, nas finanças, no hospital, no talho, etc.

Neste livro as senhas personificam-se e ganham vida própria.
"- Em que pensas quando andas de metro?"
"- Visualizo-me já na máquina de lavar."





























Ludmila Queirós


No Avesso da Pele  –  Num  Corpo Cidade

«No Avesso da Pele  –  Num  Corpo Cidade» aborda  sobre  a forma como a Pele que nos reveste é  a nossa fronteira e montra para o Mundo Exterior. Dentro desta (a pele) habita toda uma Cidade de Se Ser, em cuja Montra (Pele/Fronteira) apenas é apresentado o que se pretende que os outros vejam...  Sendo o corpo como uma montra sobre a cidade que é a alma. Muitas vezes é clara e inequívoca a relação entre a montra e o seu interior, outras apenas espelha o que se quer, ou não se quer mostrar.

Mulher |  Cidade, que é Pele  |  Montra e Corpo  percorrido pela  própria até conhecer o seu próprio Avesso.






























José Pedro Reis


Decidi escolher uma imagem que já tinha antes construído; utilizo o caracol, e aqui apenas a sua casca (superficialidade, visibilidade) enquanto força simbólica ambígua. Tanto  pode representar a morte e a condenação ao pecado, pelo local que habita, a semelhança aos vermes e a sua lentidão (por exemplo na literatura cristã, nomeadamente nos salmos), como a vida e o permanente renascer (e ainda dentro desse sentido, no aparecer e desaparecer periódicos, os ciclos lunares, ou a fertilidade). Por outro lado, a ambiguidade continua na espiral presente na sua carapaça que, se é óbvia à observação mais descuidada, esconde na sua natureza matemática segredos que surpreendem muito para além da análise superficial. Presente em várias formas da natureza, foi apropriado metaforicamente por diversas culturas e civilizações, simbolizando o movimento contínuo que se expande ou contrai.

































José Crúzio

sem título


“Toda a história não é mais do que uma infinita catástrofe da qual
tentamos sair o melhor possível.”, Italo Calvino




























Jorge Martinho

Dores de crescimento

As cidades sofrem de cíclicas dores de crescimentos, bruscas e agressivas, na maioria das vezes sem tempo útil para refletirem sobre elas próprias, como se de adolescentes se tratassem.
Numa era em que a modernidade transforma o cidadão em escravo do progresso e do desenvolvimento, o crescimento daí exigido resulta em ‘fraturas expostas’ de difícil cicatrização…




























João Condinho


"o avesso da cidade"

Nas cidades há lugares incríveis encostados às grandes massas de prédios e que ninguém vê, ou quer ver *.
Tendencialmente vão definhando, definhando, até que dão lugar a novos prédios.
Os habitantes destes lugares vão morrendo e até as baratas se desinteressam.

Em compensação, do outro lado dos prédios, temos também locais incríveis. Locais interessantes que atraem cada vez mais os turistas. Todos os vêem e fotografam.
Mas atenção que os turistas podem ser piores do que as baratas. O turismo está a ser praga e a estragar mais.

Para acabar com esta tendência nefasta na cidade, preservemos as baratas. O objectivo será o de diminuir em 25% o rácio: baratas que saem/turistas que entram.

* o lugar do desenho e da garagem onde está exposto são disso exemplos







































Gonçalo Barros

“Manifestação Anti-Comunista em Coimbra” (1936, 13 min.)
Realizador anónimo | Material de arquivo | Projeção de filme


SINOPSE
A exibição de “Manifestação Anti-Comunista em Coimbra ”, com o subtítulo, “Coimbra e as imagens que a assombram” é um registo de época e de história da cidade de Coimbra a partir de material de arquivo. Estas imagens de arquivo registadas em Coimbra com oitenta anos implicam saber de onde é que vêm, o que é que contam. O documento sem som permite observar o que se esconde por trás das imagens para revelar o que elas deixam por dizer.
Há imagens que nos assombram e que assombram a história, e levam a questionar porque é que estas imagens se tornam problemáticas. Porque é que questiono este acontecimento em particular? É o filme que me permite compreender essa pergunta? E permite também interrogar a história e a memória, porque é que há imagens que marcam e outras ? O que dizem aqueles olhares e rostos humanos? O documento enuncia questões e abre espaços de reflexão para várias leituras.
A exibição tem origem na questão da memória e a sua relação com a preservação e conservação de registos de imagens. A herança destas imagens representa um meio de inigualável importância no estudo e aprendizagem da memória dos espaços, das pessoas e da História de Coimbra do anterior século.

































Frederico Martinho

Untitled Places

"Untitled Places" é uma aproximação fotográfica aos lugares que estão no limite perceptivo da cidade. A partir desta fotografia (grande formato) somos convocados para o reconhecimento dos elementos que compõem o ambiente urbano ao mesmo tempo que nos confrontamos com a entropia própria da natureza – Onde e quando acaba a cidade?


























Francisco Feio


Le cabinet de M. V.
Este conjunto de fotografias é mais um capítulo na descoberta e divulgação do espólio de Lazar Slavick que tem vindo a ser estudado e apresentado ao longo dos últimos anos. À semelhança do último lote, este conjunto deve ser lido em relação ao trabalho de Carla de Oliveira que apresenta parte do espólio de Marion de Guillaumin que hoje sabemos ter sido a grande ligação romântica, ainda que tardia, de Slavick.
Desta vez Francisco Feio traz mais um conjunto deste obscuro autor e que agora se relaciona diretamente com esta cidade; tendo em conta que já no lote divulgado anteriormente essa relação existia, somos levados a pensar que este será um lugar importante no que respeita à sua extensa produção em Portugal.
Não foi fácil traçar a genealogia deste trabalho mas estamos em crer que conseguimos encontrar grande parte dos dados que nos permitem entender, pelo menos, algumas das motivações subjacentes a estas fotografias.
Um dos pontos de partida, se não o principal, foi a epistolografia trocada com Augusto Bobone (1825-1910) o fotógrafo português, herdeiro do Atelier Fillon e dono da Salão Bobone ao Chiado, face ao Museu de Arte Contemporânea e que continuou muito para além da sua morte como espaço de divulgação da arte moderna e onde Slavick terá mostrado, por diversas vezes, o seu trabalho. A aproximação entre os dois deu-se por iniciativa de Carlos de Bragança que lhe terá falado deste seu fotógrafo (Bobone era fotógrafo oficial da Casa Real). Fala-lhe do seu trabalho, sobretudo da colecção de Foto-radiografias que realizou em 1896 e que causaram alguma sensação à época. Slavick, que já tinha ouvido falar dele, sobretudo em Paris onde tinha ganho uma medalha de ouro na exposição Universal de 1900, insiste em que sejam apresentados o que resultou numa intensa, apesar de curta, amizade. Terá sido Bobone, sabendo do interesse dele por diversas áreas da ciência, que lhe fala das fotografias que tinha feito em Coimbra havia alguns anos. Rapidamente Slavick organiza uma viagem a Coimbra, com Bobone, para poder admirar e registar o que restava das colecções iniciadas por Domenico Vandelli (1735-1816), o famoso naturalista italiano, durante a sua estadia em Portugal. Contudo, não era o lado do naturalista que mais lhe interessava mas sim o de Teratologista (1). Sabia que ele tinha reunido uma colecção de monstros e conhecia bem a sua Dissertatio de monstris publicada em 1776. É atrás destes exemplares que ele vai e acaba por recolher uma série de fotografias mas cuja identificação e atribuição precisa resta por apurar. Mais certa é esta pequena selecção de imagens que cria em torno de alguns exemplares em exposição nos museus da universidade. Fazem parte de um conjunto vasto e heterogéneo reunido sob a designação de Le Cabinet de M. V., numa alusão direta a Vandelli apesar de terem pouca, ou nenhuma, ligação direta a esta figura singular que marcou uma mudança significativa no nosso modo de entender as ciências naturais.
Tal como Bobone, Slavick tinha tido instrução artística o que lhe permitia aliar a plasticidade da pintura à natureza mais descritiva e realista da fotografia (2). Era frequente intervencionar as fotografias com lápis de carvão ou grafite e tintas criando imagens ambíguas quanto à sua origem, o que aliás já tem sido confirmado em trabalhos anteriormente mostrados. Este conjunto não escapa a essa técnica levando o reconhecimento da imagem fotográfica a limites que, frequentemente, anulam o carácter meramente fotográfico destas imagens e constroem um universo plástico mais de acordo com as convenções pictóricas das vanguardas da época que da fotografia. Aliás, Slavick raramente se deixou encantar pela fotografia meramente documental se bem que tenha, no seu espólio, exemplos que estão ao nível da produção do género no seu tempo.


(1). Do lado naturalista de Vandelli, sabe-se que o que o fascinava mais eram as Viagens Philosophicas de que foi mentor, em especial a do seu aluno Alexandre Rodrigues Ferreira à Amazónia, que teve o seu início em 1783 e terminou 9 anos mais tarde e igualmente as realizadas a terras de África. Uma outra, no interior do Brasil, a de Langsdorff em 1825 interessava-lhe igualmente e sobre ela tinha recolhido muita informação. Sobretudo por causa da presença na expedição de Hercule Florence que se viria a tornar numa personagem algo misteriosa no que diz respeito ao início da fotografia no Brasil.

(2). Este interesse pelas artes vinha de longe através de ligações familiares ao mundo das artes. Curiosamente um bisavô seu tinha sido colega de Dominco Pellegrini (1759-1840) na academia em Veneza. Daí tinham ido para Paris onde a Revolução os encontra e mais tarde seguem caminhos separados. Pellegrini acaba em Portugal onde pinta em 1895 a sua obra-prima, um retrato de Mme Junot e da sua filha Josephine (hoje no Museu de Bordeús) pintado no recente e moderno estilo inglês que aí tinha aprendido durante a sua estadia do outro lado da Mancha. Em 1810 é deportado com Vandelli para Angra na sequência do final das invasões francesas, acusado de ser afrancesado. Ironicamente, a fragata que os transporta é a Amazona.

francisco feio, maio de 2016

































Fátima Feliciano

Hiperrealismo

Vestígios de uma história, acontecimentos insuspeitados, ficam aqui estilizados. Mumificados.
Contornos que substituem a realidade recriando uma outra realidade; realidade que fica estagnada no tempo tornando-se ela a memória presente do real transformado do passado.
Representação da representação do real como se fosse o próprio real. Real que deixou de o ser, dando lugar à sua expressão veiculada pelo humano, numa duplicação eternizada pelos contornos dum real já inexistente e pelo registo fotográfico dos contornos desse real.
O invisível que se torna visível, num processo de realidade reinventada, como um fenómeno de construção e reconstrução humana. O visível torna-se o real do presente; o humano constrói este presente; o presente torna-se na realidade.
Um hiperrealismo sem memória, sem imaginário, sem estória nem história.
Cada um constrói a estória da história, contaminado pelo real do autor que o reconstruiu.








































Eduardo Basto

Um lugar ideal (duas propostas de atualização para uma cidade modular)


Se a cidade habitada cresceu para a vivermos, a cidade visitada será feita para que a olhem. Para que o sol nunca esteja do lado errado da fotografia. Para que dum ponto económico se possam abarcar anistoricamente todas as perspetivas de relevante interesse estético e iconográfico. O problema da rendição do velho ao novo (enfim) superado com uma reviravolta e movimentação de terras. Tirem-se as medidas, multiplique-se este património até se engendrar outro e execute-se, respeitando não mais que os limites da técnica e os prazos definidos no caderno de encargos. O mundo ainda é demasiado difícil de apreender.































DrGica


"A cidade é uma reunião de diferentes, por vezes antagónicos e em constante mudança/adaptação, grupos/pensamentos/espaços"
































Diogo Fonseca Lopes + Frederico Martinho

Duas ou três coisas que sei dela

Isto é um ensaio visual e rítmico sobre a experiência urbana.
Opera através dos meios de representação que já existem por oportunismo. Quer falar de poucas coisas com a segurança de uma grande base documental. Quer sobretudo provocar a percepção da cidade contemporânea pelos meios de representação que ela viu na necessidade de criar para se compreender a si própria. Meios cartográficos, puramente funcionais.
Se existem possibilidades de construir uma critica da cidade contemporânea através de uma autoanalise, deviam ser esgotadas.
Não por exercício terapêutico ou redentor, mas porque parece existir uma relação de afinidade entre a decadência da experiência na cidade contemporânea e a sua própria representação.









































David Sarmento

Twelve Cautionary Tales For Christmas – premonitions of the mystical rebirth of urbanismo



Este é o título de mais um trabalho dos Superstudio, um colectivo de arquitectos italianos radicais das décadas de 60 e 70. Neste caso, são-nos apresentadas 12 cidades imaginadas e cabe-nos a nós, após uma leitura atenta de cada texto, responder a uma pergunta que culminará, por sua vez, numa conclusão em tudo inesperada.
Acompanhando cada texto (traduzido do inglês para português) encontra-se uma ilustração. Estas foram feitas de modo a
complementar uma Dissertação de Mestrado Integrado em Arquitectura sob orientação do Professor Doutor António Lousa
em Dezembro de 2012. “Le Dodici Città Ideali – A doce tirania dos Superstudio” por Joana Costa.









































David Sarmento


Um caminho vivia debaixo da Ponte Rainha Santa Isabel por entre a sua estrutura, por baixo dos automóveis e por cima do rio Mondego. Era bonito e promissor mas aconteceu morrer menino sem provar o seu valor. Ficou a ambição, agora esquecida e desvalorizada, de ligar duas zonas em expansão de uma cidade atrapalhada.

Estes desenhos contam esta história trágica recorrendo à perspectiva de Euclides, a uma caneta preta e quatro folhas brancas. A imagem que não existe corresponde a uma demolição das rampas de acesso, uma acção triste que me deixou possesso!







































Carlos Veríssimo


HABITO | HÁBITO
[no paleolítico é que era bom]

As cidades são - habitadas por - pessoas, pelos seus hábitos. O avesso, é a memória, ou uma reminiscência de hábitos que a dinâmica da cidade não conseguiu fazer sobreviver ao agora. A critica da moderna idade, é uma constante.

A cidade são as pessoas que fazem parte do agora.
O avesso, é o que resultar desse levantamento de imagens e da narrativa que será construída a partir do contacto com as pessoas, procurando uma memória imediata destas relativamente à cidade e da forma como se relacionam com ela.








































Carlos Júlio & Vanda Ecm

Almanaque Ilustrado Conimbricense

Coimbra pulsa entre o Almegue e o Calhabé.
Compreender a cidade é decifrar o que a sua narrativa encerra – de sagrado e profano, de humano e maquinal. É acompanhar esses viveiros de gente que agitam um compasso rotineiro que marca a vida das ruas, dos atalhos, do que é trazido pela memória e daquilo que as necessidades pragmáticas vieram impor.
Passamos, então, para a representação possível, se é possível destrinçar um nó feito do espaço e do tempo, numa costura do avesso e que imprime uma cicatriz no corpo desta cidade sem metron e quase já sem philia. Do outro lado da objectiva, apreendemos a realidade e a aparência de realidade, ou o seu reverso – a Rainha Santa e o milagre ou a Aragonesa e o pão distribuído; a correnteza augusta das fachadas ou o chão igualitário da calçada; nos bairros populares, os atalhos à revelia do urbanismo, nas urbanizações de referência, os alcatroamentos imobiliários sem saída – e, na Visconde da Luz, numa manhã de chuva, surge-nos sous le pavé, la plage!
Às imagens juntámos as palavras que ajustam e acomodam a luz de uma paisagem que deixámos inundar de negro. E, assim, com palavras e imagens fomos enchendo este almanaque ilustrado, o qual, quiçá, será um dia impresso em papel de jornal, mas, por ora, se fica pelas oito pranchas em papel 90 gr que é mais barato.

































Carla de Oliveira

The doors of perception

Carla de Oliveira apresenta um conjunto de fotografias repescadas do espólio de Marion de Guillaumin que começou a revelar em exposição anterior (há no bosque o combate que buscas, Lapa dos Esteios, Coimbra, 2014).
Este conjunto de fotografias deve ser lido complementarmente ao trabalho de Slavick apresentado por Francisco Feio. São espólios que se cruzam de forma singular, para mais tendo hoje a certeza que esta terá sido a grande ligação romântica, ainda que tardia, de Slavick.
Uma das chaves para entender este conjunto de fotografias, vamos encontrá-la numa carta encontrada no espólio de Slavick em que Marion descreve os passeios pelas ruas da cidade ouvindo as descrições que ele faz das suas aventuras fotográficas nas colecções de Coimbra e do seu desejo de aprofundar a documentação, sobretudo a visual, resultante das viagens philosophicas. Fala-lhe ainda das colecções de artefactos que tinha visto em Paris (e que ela bem conhecia) e de como cada objecto parecia, por vezes, uma porta de entrada para um outro mundo, uma outra ordem onde nada daquilo que conhecemos se rege pelos mesmos princípios. […] En passant par ces portes, je me souvenais de vous, de vos descriptions de tous ces mondes si différents que nous connaissons et je me souvenais du poème de Blake(1), duquel nous avions déjà parlé en raison de ses belles illustrations […] escreve Marion numa das cartas.
Assim, este conjunto de fotografias tem origem nos registos que Marion faz obsessivamente nas suas deambulações pela cidade deixando-se de seguida entusiasmar pelas imagens de Blake o que a leva, num registo intensamente experimental, a testar a técnica da sobreposição de imagens criando camadas de sentido em cima da fotografia original da porta construindo alegorias diversas a esses universos apenas possíveis de ver além da nossa percepção (havendo dúvidas quanto á origem do interesse por esta técnica, se em Londres onde passou diversas temporadas ou muito provavelmente Paris onde viveu e se sabe que não só estudou com diversos artistas como era visita regular nas melhores e mais faladas galerias da cidade). A porta está lá mas temos de a tornar transparente para poder ver através dela sendo que a imaginação seria uma das hipóteses possíveis para operar essa transparência. Neste sentido, estas imagens aproximam-se de uma metáfora da própria fotografia: uma superfície transparente naquilo que mostra mas opaca naquilo que significa. Muito pouco descritivas, estas fotografias são propostas de possibilidades de ver além do imediatamente visível.
(1) Marion refere-se a William Blake (1757-1827) e ao seu poema The Marriage of Heaven and Hell (escrito e ikustrado pelo próprio Blake, poeta e pintor, entre 1790 e 93) no qual escreve: … if the doors of perception were cleansed everything would appear to man as it is, infinite. É esta imagem, das “doors of perception” que Marion utiliza para descrever este conjunto de fotografias. A frase está deliberadamente em inglês pois certamente era apenas a essa versão que ela tinha acesso. Apesar da primeira tradução francesa datar de 1900, Marion possuía um exemplar original de Blake, com as suas ilustrações e era esta a sua versão preferida.

 francisco feio, maio de 2016









































António Neto

O Construtor
































Ana Teixeira

Por um fio


"Em certas posições vêem-se  as cordas
do nosso espírito esticadas num terraço.

A roupa dói-nos porque, embora
nos cubra a pele, é dentro
do espírito que estão os tecidos amarrados. "

Luís Miguel Nava, in Paisagem citadina



































Ana Botelho

A Cidade de cada um

As Cidades são feitas de sons, imagens, arquiteturas, trajetos, subjetividades, linguagens, contradições e (im)possibilidades.
Cada observador constrói a sua Cidade. Um cenário.
O imaginário, acrescenta ou apaga o real, um território habitado e apropriado, repleto de memórias e perplexidades, vivenciado com perturbações flutuantes, perdido nas avenidas e becos estreitos. Ator nesse cenário, as falas são próprias, o olhar singular e o movimento à medida do seu corpo e da sua vontade, aqui não se exclui, participa, (des)constrói.
No final, (in)satisfeito fixa a sua Cidade não importa como, desde que a tenha para si.


















o avesso da cidade, do almegue ao calhabé ~ 4 de junho 2016 ~ garagem de santa cruz ~ 15:00






Gastronomia #5






Gastronomia #4






Gastronomia #3






R de P #6








Gastronomia #2






R de P #5






dress code

Gastronomia #1






R de P #4








R de P #3








R de P #2






onde está wally?

arquivo

postas de pescada

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