
Se as mãos que accionaram a máquina são as do fotógrafo ou não, isso é irrelevante. O importante é a simulação intensa induzida por esta realção. O campo da imagem está colocado como uma extensão física da fonte de visão, quer dizer, do ponto de vista da própria máquina. São estas mãos vistas em plongée que habitam o espaço corporal do fotógrafo e o aumentam ou ampliam ao mesmo tempo.
Rosalind Krauss, Quando falham as palavras
Rosalind Krauss, Quando falham as palavras
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